
O corpo é seu.
Em todas as suas possibilidades e limitações, o corpo é seu para que seja feito o que lhe aprouver.
Seus prazeres, suas dores, as dores que lhe deem prazer, os prazeres que depois tragam dor, tudo é possível.
Barreiras não devem haver, nem de gostos, nem de posturas. As escolhas devem ser apenas e tão somente daquele a quem o corpo pertence.
Só há um limite aceitável, o incômodo.
Além disso, nada mais!
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